Origem: Revista Palavras de Edificação 19
O Preço de Seguir a Cristo
“Ainda não resististes até ao sangue, combatendo contra o pecado” (Hb 12:4).
Das Sagradas Escrituras, ou de fontes fidedignas de historiadores seculares, sabemos que os seguintes apóstolos e outros servos do Senhor do primeiro século foram martirizados:
- Tiago, irmão do apóstolo João – “Por aquele mesmo tempo o rei Herodes estendeu as mãos sobre alguns da igreja, para os maltratar; e matou à espada Tiago, irmão de João” (At 12:1-2);
- Simão Pedro, irmão de André – O Senhor predisse o seu martírio: “…quando já fores velho, estenderás as tuas mãos; e outro te cingirá, e te levará para onde tu não queiras. E disse isto, significando com que morte havia ele de glorificar a Deus” (Jo 21:18-19). Alguns historiadores citam a hipótese de que Pedro, ao ser crucificado, tenha pedido para não o ser de cabeça para cima, mas em posição invertida, por não ser digno de padecer na mesma posição que o Senhor;
- Estêvão – “E apedrejaram a Estêvão, que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito. E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu” (At 7:59-60);
- Paulo – Sendo preso de Nero, um imperador Romano, soube que ia morrer: “Porque eu já estou sendo oferecido por aspersão de sacrifício, e o tempo da minha partida está próximo” (2 Tm 4:6). Embora não esteja provado, alguns historiadores narram que ele foi levado para fora das muralhas de Roma, a uma distância de três quilômetros, a um lugar perto do que se chama hoje de via Óstia, e decapitado com a espada sangrenta de César (porque, sendo romano, não foi crucificado).
Deus, não esqueceu, o que o império romano fez a Seu Filho amado e a Seus apóstolos: “E a grande cidade fendeu-se em três partes, e as cidades das nações caíram; e da grande Babilônia Se lembrou Deus, para Lhe dar o cálice do vinho da indignação da sua ira” (Ap 16:19).
