Origem: Revista Palavras de Edificação 44
Perguntas e Respostas
P.: O que é ensinado, pelas “sete igrejas” (Ap 1:4, 11, 20)?
O que é “a sinagoga de Satanás” (Ap 2:9; Ap 3:9)?
R.: Sete é o número de plenitude espiritual. Os capítulos 2 e 3 de Apocalipse nos dão uma cena completa do estado espiritual, ou condição, da igreja como testemunho do Senhor aqui neste mundo, desde a época em que João escreveu, até o seu final, quando Cristo vier para buscar os que Lhe pertencem. Podemos dizer que as características principais de cada uma delas é: “Éfeso”, declínio; “Esmirna”, perseguição ou sofrimento por Cristo; “Pérgamo”, mundanismo; “Tiatira”, busca do poder secular; “Sardes”, religião formal; “Filadélfia”, reavivamento da verdade acerca da Pessoa de Cristo e Sua vinda; “Laodicéia”, indiferença a reivindicação de Cristo. As quatro últimas seguem juntas até o final. Que o Senhor possa manter nosso coração fiel a Ele.
“A sinagoga de Satanás” (Ap 2:9; Ap 3:9), é mencionada nas duas fases da assembleia, nas quais não é encontrada nenhuma falta. É aí que a religião tradicional se opõe à verdade; eles “se dizem judeus” (Ap 3:9) – o povo de Deus – mas “não são” (Ap 3:9). Estes são os que tentam aperfeiçoar a carne e guardar a lei, e reconhecem haver algo de bom no homem, quando a verdade é que “na minha carne, não habita bem algum” (Rm 7:17-18). É interessante compararmos a palavra “judeu” (Rm 2:17), que vem de “Judá” e significa “louvor” (Gn 29:35), com aqueles que “se dizem judeus”, e louvam a si próprios; que são bons aos seus próprios olhos.
Christian Treasury, Volume 7
