Origem: Revista Palavras de Edificação 18

A Borboleta, Uma Maravilha

A borboleta é um forte testemunho contra a teoria da evolução. Alguém já disse: “Jamais o gênio humano concebeu algo tão maravilhoso e belo como a borboleta”.

Na verdade não se pode achar nada mais belo do que a borboleta, em toda a natureza. Porém, antes que uma borboleta chegue ao seu estado adulto, tem que passar por uma completa metamorfose, ou seja, uma transformação, em quatro estágios: o ovo, a lagarta (larva), a crisálida (pupa), e, aí então, borboleta adulta. Por que um processo tão intrincado para produzir uma borboleta? Por que não incubar diretamente o ovo? Como parece ser o processo natural da evolução.

É como se o grande Deus Criador, ridicularizasse o evolucionista, que pretende crer que toda a vida se desenvolveu sem nenhum plano, surgindo do nada por um processo chamado “a seleção natural”, ou seja, “a sobrevivência do mais forte”. Sem plano, sem uma sabedoria inteligentíssima, nem num bilhão de anos poderia um óvulo transformar-se numa lagarta feia, em seguida a lagarta numa crisálida informe, e finalmente, a crisálida numa borboleta.

Será por acaso que Deus, o Mestre Criador, designou o ciclo de vida da borboleta para nos ensinar uma lição? Existem indubitavelmente verdades espirituais e morais que são ilustradas na natureza – e a metamorfose da lagarta numa borboleta é uma lição óbvia. Se a lagarta, repulsiva e ávida, é uma figura do homem caído no seu estado pecaminoso, da mesma forma a transformação numa belíssima borboleta é uma figura da necessidade e realidade do novo nascimento (Jo 3:3-7); assim também, a libertação da crisálida é um tipo da vida em ressurreição. (Ef 2:1-5; Rm 6:1-5; 1 Co 15:42-44; Fp 3:21).

Extraído de “Why We Believe In Creation, Not In Evolution”
“Porque acreditamos na criação, e não na evolução,”
por Fred John Meldau, páginas 297, 298
Traduzido e adaptado por…

J. H. Smith

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