Origem: Revista Palavras de Edificação 20

O Aguilhão da Abelha

“Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória? Ora o aguilhão da morte é o pecadoMas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Co 15:55-57).

Uma abelha entrara na casa e, enlouquecida, dá voltas sem cessar, provocando pânico entre as crianças. Cada um procura proteger o seu rosto. Enquanto o pai procura afugentar o inseto, a mãe cobre com seu avental a cabeça de seu filho mais novo. De repente, a abelha pousa no braço da mulher e a pica violentamente, deixando no lugar seu ferrão ou aguilhão. “Não tenham medo”, diz então a mãe aos seus filhos; “a abelha já não poderá picar ninguém. Vejam o seu ferrão aqui em meu braço”.

De fato, no centro de uma mancha que inchava cada vez mais, podia-se ver claramente o aguilhão do inseto. Desprovido de seu dardo, a abelha tornara-se um inseto inofensivo e todos passaram a observar tranquilamente o seu vôo, até que escapou por uma janela aberta. Em breve, essa abelha morrerá, pois após haver ferroado alguém todas elas morrem, por perderem, juntamente com o ferrão, parte de seus órgãos internos.

O versículo apresentado no início, nos fala que o aguilhão ou ferrão da morte é o pecado. Assim como a abelha perdeu o seu ferrão ao picar a mãe que protegia o seu filho, também a morte, ao alcançar o nosso Salvador quando levava nossos pecados, perdeu o seu poder sobre todos os que crêem em Jesus. Tornou-se, apenas, uma mensageira que leva o redimido até o seu Salvador. O temor que ela inspira a todo ser humano que se encontra afastado de Deus, desaparece para o crente.

Por que razão, há temor, no coração do incrédulo, se este acredita que depois da morte não virá para si o juízo? Mesmo que não admita o homem é aterrorizado, enquanto não tiver certeza de sua salvação, que, só Jesus pode dar a todo aquele que O recebe como seu Salvador pessoal.

Pensamento: 

O princípio da grandeza é fazer-se pequeno; o aumento da grandeza é fazer-se menos; e a perfeição da grandeza é fazer-se nada! “É necessário que ele cresça e que eu diminua” (Jo 3:30).

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