Origem: Revista Palavras de Edificação 3
A Aerodinâmica dos Pássaros
Um pássaro é um verdadeiro “avião vivo”. “Voa de acordo com os mesmos princípios aerodinâmicos com que voa um avião e utiliza muito do mesmo equipamento mecânico: asas, hélices, trem de aterrisagem, ranhuras, etc., que até lhes facilitam a decolagem e aterrisagem.
Onde está a hélice de um pássaro? Ainda que pareça estranho cada uma tem um par delas… Os propulsores dos pássaros, são as grandes penas ao final das asas. Eles são aerofólios perfeitos com bordas de ataque grossas e bordas de fuga finas. Quando o pássaro bate suas asas para baixo, as “penas da hélice” se separam, giram para assumir o “ângulo de ataque” adequado e agem como as pás da hélice. Eles geram uma força para a frente que puxa a asa para a frente e com ela o pássaro.
Eles podem ser melhor vistos em ação, em uma imagem em câmera lenta de um pássaro em vôo. Durante o bater das asas para baixo, as penas primárias nas pontas das asas ESTÃO QUASE NOS ÂNGULOS DIREITOS PARA O REPOUSO DA ASA E PARA A LINHA DE VÔO. Essas penas são as hélices, elas assumem essa forma distorcida por apenas uma fração de segundo durante cada batida de asa. Mas essa capacidade de mudar sua forma e posição é a chave para o vôo dos pássaros. Ao longo de toda a batida das asas, eles mudam constantemente de forma. AJUSTA AUTOMATICAMENTE À PRESSÃO DO AR E À MUDANÇA DOS REQUISITOS DA ASA; à medida que ela se move para cima e para baixo. Esse ajuste automático é possível devido aos recursos especiais do design da pena. A palheta dianteira de uma pena na ponta da asa é muito mais estreita do que a palheta traseira. Dessa diferença vem a força que torce a pena na forma de uma hélice. À medida que a asa bate para baixo contra o ar, a maior pressão contra a ampla palheta traseira em cada uma dessas penas torce essa palheta para cima até que a pena adquira a forma e o ângulo adequados para funcionar como uma hélice…. (Então) com seu design especializado, as penas primárias são perfeitamente adaptadas para atender às diversas demandas do vôo dos pássaros”.
(Storer, Dr. John H., “Bird Aerodynamics”, in Scientific American, vol 18, nº 4, Abril 1952 pag. 24–29).
Esta transcrição dá a demonstração interessantíssima de um desenho anatômico que tem um propósito específico. A asa de um pássaro acomoda-se como se fosse uma máquina eletrônica muito complicada com reações da ordem de milésimos de segundo!
Não é possível que a asa e as penas sejam o resultado das “mutações” da teoria da evolução.
Não admira pois que o famoso ornitólogo (especialista estudioso dos pássaros) Elliot Coues tenha dito: “Para mim um pássaro é tão maravilhoso como as estrelas”.
(Traduzido com autorização de WHY WE BELIEVE IN CREATION, NOT IN EVOLUTION – “PORQUE CREMOS NA CRIAÇÃO E NÃO NA EVOLUÇÃO” de Fred John Meldau, pág. 152-153).
Ponto de Reflexão:
Todas as religiões dizem: “Conhece-te a ti mesmo”. Só o Cristianismo diz:
“Conhecer o amor de Cristo” (Ef 3:19).
