Origem: Revista Palavras de Edificação 3
O Castigo Eterno
Há muitas passagens nas Escrituras que o afirmam, como por exemplo:
“E, se a tua mão te escandalizar, corta-a; melhor é para ti entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga; onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga. E, se o teu pé te escandalizar, corta-o; melhor é para ti entrares coxo na vida do que, tendo dois pés, seres lançado no inferno, no fogo que nunca se apaga; onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga. E, se o teu olho te escandalizar, lança-o fora; melhor é para ti entrares no reino de Deus com um só olho do que, tendo dois olhos, ser lançado no fogo do inferno; onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga” (Mc 9:43-48).
“O seu bicho” simboliza a consciência; “o fogo” é o juízo de Deus. A consciência nunca mais deixará de moer, de condenar o pecador lançado “no fogo”, quer dizer, sob o juízo de Deus. E por que?
“Porque não receberam o amor da verdade para se salvarem” (2 Ts 2:10). Lemos também:
“E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre” (Ap 20:10).
A besta e o falso profeta são lançados vivos dentro do lago de fogo, antes do diabo, e contudo encontram-se ainda vivos no fim dos mil anos quando o diabo for lançado também no mesmo lago. Vemos assim que o lago de fogo não aniquila de forma alguma os que a ele são condenados. E os versículos seguintes — (Ap 20:11-15) — demonstram solenemente que todos os que morrem nos seus pecados, ou seja, aqueles cujos nomes não são achados escritos no livro da vida, serão lançados no lago de fogo, que é “a segunda morte”. A primeira morte é unicamente a separação do espírito e do corpo (Tg 2:26), mas a segunda morte é a separação eterna entre o homem e o seu Deus, e o “lago de fogo” representa que se fica sob do juízo de Deus no lugar donde nunca mais se sairá.
Pensamento:
Arrependimento na presença de Deus é, ver-me como Deus me vê, e julgar a mim mesmo de acordo com a Palavra de Deus.
