Origem: Revista Palavras de Edificação 35
Perguntas e Respostas
P: A que se aplica o termo “reino dos céus” (Mt 13:44)?
R: O termo “reino dos céus”, se aplica ao estado de coisas durante a ausência do Rei.
P: Trata-se de uma condição onde predomina o bem sem mistura?
R: Muito pelo contrário. “Um inimigo” (Mt 13:28) tem trabalhado. Ele introduziu “fermento” (Mt 13:33) na “massa” (Gl 5:9). Ele “semeou joio no meio do trigo” (Mt 13:25).
P: O “joio” é bom?
R: Não, o “joio” são os falsos professantes.
P: O “fermento” é bom?
R: Não, é má doutrina, maus princípios e má influência. A “massa” é boa, o “trigo” é bom, a “pérola” (Mt 13:45-46) é boa, o “tesouro” (Mt 13:44) é bom, e alguns dos “peixes” (Mt 13:47) são bons. Mas há coisas boas e más no reino – na igreja professa – na Cristandade. Cristianismo é como a neve que desce em sua pureza das nuvens. Cristandade é a feia e detestável lama produzida pela mistura da poluição da terra com a neve pura.
Não devemos confundir a Igreja, ou assembléia de Deus, com o “reino dos céus”, e nem o corpo de Cristo com a Cristandade. Os resultados mais desastrosos resultam dessa confusão. Ela leva à negação de toda disciplina piedosa na assembléia. Nos é dito que o “joio” e o “trigo” devem crescer juntos.
P: É verdade, mas onde?
R: No campo.
P: Mas o campo é a Igreja?
R: Não, o Senhor nos afirma distintamente: “O campo é o mundo” (Mt 13:38).
P: Devemos arrancar o “joio”?
R: Não, os anjos farão isso no tempo apropriado que ainda virá.
P: Devemos tolerar na assembléia os que são reconhecidamente “joio”?
R: Deus nos livre! “Tirai pois dentre vós a esse iníquo” (1 Co 5:13).
