Origem: Revista Palavras de Edificação 6
O Amor De Cristo
“Porque o amor é forte como a morte” (Ct 8:6). O fato é que o amor de Cristo foi ainda mais forte do que a morte, visto que a venceu – Cristo ressuscitou! E o Seu amor continua, até ao dia de hoje, buscando o pecador.
“As muitas águas não poderiam apagar este amor nem os rios afogá-lo” (Ct 8:7). Ouvimos a voz de Cristo, dizendo: “As águas entraram até à Minha alma. Atolei-Me em profundo lamaçal, onde se não pode estar em pé; entrei na profundeza das águas, onde a corrente Me leva” (Sl 69:1-2). As vagas, as correntes e caudais de água, falam-nos, na Bíblia, do julgamento de Deus que caiu sobre a Pessoa do nosso Substituto que é Jesus, quando Ele Se viu sozinho na cruz, em consequência de, sobre Ele, estar o nosso pecado, que carregou voluntariamente. Mas claro que, depois que o juízo de Deus foi satisfeito e os nossos pecados castigados com a morte de Cristo, Este ressuscitou “pela glória do (Deus) Pai” (Rm 6:4). E imediatamente o amor de Cristo se manifestou, pondo-Se no meio dos Seus discípulos que estavam tristes, desalentados e medrosos, e disse-lhes “Paz seja convosco” (Jo 20:19).
“Saulo (de Tarso), que também se chama Paulo” (At 13:9), também experimentou, mais tarde, o amor de Cristo e exclamou: “Vivo-a na fé do Filho de Deus, O qual me amou, e Se entregou a Si mesmo por mim” (Gl 2:20).
Mais tarde, estando na prisão em Roma, orou pelos Éfesos e por nós: “Que Cristo habite pela fé nos vossos corações, a fim de, …poderdes perfeitamente, …conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento” (Ef 3:17-19).
Mais adiante Paulo nos disse o que Cristo fez pela Sua igreja: “Cristo amou a Igreja, e a Si mesmo Se entregou por ela, para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, para a apresentar a Si mesmo Igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível” (Ef 5:25-27).
