Origem: Revista O Cristão – Serviço

Eu Não Farei – Eu Farei

Não farei nada para salvar minha alma,
Pois isso o Senhor já fez;
Mas eu trabalharei como qualquer servo
Pelo amor ao Filho amado de Deus.

Verdadeiro serviço 

O servo verdadeiramente dedicado manterá seu olhar não em seu serviço, por maior que seja, mas no Mestre, e isso produzirá um espírito de adoração. Se eu amo meu mestre segundo a carne, não me importarei se estou limpando seus sapatos ou dirigindo sua carruagem, mas se estou pensando mais em mim mesmo do que nele, eu preferirei ser um cocheiro a um engraxate. Assim é precisamente no serviço do Mestre celestial; se estou pensando apenas n’Ele, estabelecer igrejas e fazer tendas serão ambos a mesma coisa para mim.

Podemos ver a mesma coisa no ministério dos anjos. Não importa para um anjo se ele é enviado para destruir um exército ou para proteger a pessoa de algum herdeiro da salvação; é o Mestre que preenche inteiramente sua visão. Como alguém comentou, “Se dois anjos fossem enviados do céu, um para governar um império e o outro para varrer as ruas, eles não disputariam a respeito de suas respectivas tarefas”. Isso é muito verdadeiro, e assim deveria ser conosco. O servo deve estar sempre unido ao adorador, e as obras de nossas mãos devem ser perfumadas com os ardentes anseios de nosso espírito. Em outras palavras, devemos sair para o nosso trabalho no espírito daquelas palavras memoráveis: “Eu e o moço iremos ali e adoraremos” (JND). Isso nos preservaria eficazmente daquele serviço meramente mecânico no qual somos tão propensos a cair – fazendo as coisas simplesmente por fazer e estando mais ocupados com nosso trabalho do que com nosso Mestre. Tudo deve fluir da fé simples em Deus e da obediência à Sua Palavra.

C. H. Mackintosh

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