Origem: Revista O Cristão – As Sete Declarações do Senhor na Cruz Parte 1

“Senhor, Lembra-Te de Mim”

O ladrão condenado à morte demonstrou “grande moralidade”. Ele reconheceu Cristo quando um mundo hostil O havia rejeitado e quando os discípulos aterrorizados O tinham abandonado. “Senhor, lembra-Te de mim”, disse ele, “quando vieres no teu reino” (ARA). Doces foram essas palavras, ao tocarem o coração do Salvador condenado à morte; ainda mais doce foi a resposta que tocou o coração do ladrão condenado à morte: “hoje estarás Comigo no paraíso”. Isso foi muito além das expectativas do ladrão. O gracioso Salvador estava prestes a fazer “tudo muito mais abundantemente além daquilo” que ‘o ladrão’ pudesse pedir ou pensar. O ladrão pediu para ser lembrado na época do reino. O Salvador disse: “Hoje estarás comigo”. E, por isso, quando os soldados romanos, no cumprimento de suas funções brutais, foram quebrar as pernas daquele santo condenado à morte, ele pôde dizer: “Ah! Esses homens estão vindo para me mandar direto para o céu!”

Sim, o ladrão foi para o céu para estar com Aquele que havia estado ao seu lado na cruz maldita e que havia proferido palavras de poder consolador ao seu coração aflito. Não havia nada de sombrio, vago ou incerto nisso. O ladrão nunca tinha conhecido um amigo tal como Jesus. Ninguém jamais o amou como Jesus, nem confortou seu coração como Jesus. A graça de Jesus derramou um manancial de luz celestial ao redor daquela terrível cruz na qual o ladrão foi pregado por seus crimes, e agora ele iria para o céu para estar para sempre com Aquele que é gracioso. Essa era uma bendita realidade. O céu não seria um lugar estranho para ele, visto que Jesus estava lá.

C. H. Mackintosh

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