Origem: Revista O Cristão – As Sete Festas

As Festas de Jeová


A ideia destas festas é a reunião do povo em torno de Jeová para uma causa, uma “santa convocação”. A primeira santa convocação é o sábado, e assim será quando o verdadeiro descanso chegar. Então se segue a páscoa, com os pães asmos (pães sem fermento), juntos, porém ainda assim distintos, isto é, junto com o sacrifício de Cristo, você tem o pecado tirado na prática. Depois disso nós temos as primícias. Não é dito exatamente quando isso aconteceria, mas era quando o trigo estivesse pronto para ser colhido. No dia seguinte ao sábado, o trigo deveria ser movido. Esta é a ressurreição de Cristo, e aqui podemos notar que não há oferta pelo pecado. Depois, eles deveriam contar cinquenta dias, sete sábados completos e oferecer uma nova oferta de manjares a Jeová, “dois pães de movimento levedados se cozerão”. Nisto temos a Igreja oferecida a Deus, mas com fermento na oferta, de modo que ela não poderia ser queimada sobre o altar como cheiro suave. Os dois pães são um testemunho adequado. Para o sonido das trombetas saltamos para o sétimo mês, e então temos o primeiro dia daquele mês santo como a próxima data mencionada. Primeiro, as trombetas soariam e reuniriam Israel; então, no décimo dia do mesmo mês, Israel entraria no Dia da Expiação. E, finalmente, se seguiria a festa dos tabernáculos, sete dias a Jeová. O primeiro dia é uma santa convocação, e o oitavo dia uma santa convocação, isto é, um dia adicional. Quando chegar a festa dos tabernáculos na Terra, também receberemos as coisas celestiais.

J. N. Darby

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