Origem: Mensagens do Amor de Deus – O Tesouro do Pequeno Juliano

O Tesouro do Pequeno Juliano


Juliano não era um garotinho. Era um homem adulto, com braços musculosos e pernas fortes. Mas ele não era tão alto quanto um homem normal, pois Juliano era um anão, e por isso era chamado de “pequeno Juliano”. Embora Juliano fosse pequeno, veremos que ele tinha uma grande coração e também coragem.

Juliano sabia que o Senhor Jesus o amava e que Ele havia morrido por ele. Juliano O aceitou como seu Salvador e descobriu que Jesus era tudo o que precisava para encher seu coração de felicidade.

Talvez alguns de vocês conheçam esta música:

“Ora, ninguém além de Cristo pode me satisfazer,
Nenhum outro nome para mim!
Há amor, vida e gozo duradouro,
Senhor Jesus, encontrado em Ti! “

Juliano não conhecia aquela canção, mas sabia que o Senhor Jesus Cristo satisfez seu coração.

Juliano queria compartilhar este Cristo maravilhoso. Mas isso era algo perigoso para ele fazer. Ele vivia em um país onde a pena para quem contasse aos outros sobre qualquer religião diferente da religião daquele país era prisão e morte. Juliano sabia disso. Ele poderia ter amado seu Salvador em segredo. Mas dentro de seu coração estava o poder do amor de Deus, fazendo-o querer compartilhar com outros o seu maravilhoso Salvador, não importava o que isso lhe custasse.

Juliano arrumou uma maleta com alguns tecidos vistosos e saiu como um vendedor ambulante, carregando um perigoso segredo escondido dentro de seus rolos de belos tecidos e rendas. Seus belos objetos abriam portas para Juliano, mesmo em casas especialmente construídas para pessoas que serviam naquela religião. Nessas casas, ele expunha suas belas coisas à venda e, entre elas, seu segredo perigoso… um livro proibido! Às vezes, ele mostrava às pessoas apenas algumas páginas, e elas as olhavam com suspiros de alegria e medo.

Que livro poderia ter sido este? Que livro causou mais deleite e mais ódio do que qualquer outro livro na Terra? Claro, foi a Bíblia — a Palavra escrita de Deus! Mas eles só falavam sobre ela em sussurros, pois ninguém deveria acreditar em nada além da religião do país. Era uma religião com alguma verdade, mas nunca falava da oferta divina do perdão pleno e gratuito dos pecados por meio da obra consumada do Senhor Jesus Cristo.

Os clientes de Juliano admiravam suas belas peças, e ele fez algumas vendas. Algumas pessoas até ousaram comprar seu livro, mas também se perguntavam por que ele estava arriscando a vida para trazer este tesouro para eles.

“Por que você faz isso, Juliano? Você não sabe que um dia eles vão te pegar e te jogar na masmorra? Por que você arrisca sua vida?”
Ele respondeu: “Pela alegria de levar pão aos famintos e água aos que perecem!”

Gostaria de saber se você entendeu o que Juliano quis dizer — que o próprio Cristo é o Pão para os espiritualmente famintos e que sem Ele morreremos para sempre. “Jesus lhes disse: Eu sou o Pão da vida; aquele que vem a Mim não terá fome, e quem crê em Mim nunca terá sede” (João 6:35). Cristo é o verdadeiro Pão da vida e a Água viva, e nenhuma religião jamais poderá dar isso a ninguém. Nenhuma religião jamais poderá tirar um pecado sequer. Somente Jesus pode tirar nossos pecados. É o próprio Jesus que morreu por nós, ressuscitou e está voltando para nos levar ao céu.

Juliano acabou sendo capturado e morto. Creio que ele poderia ter dito que o que desejava nesta vida, assim como Paulo, era “conhecê-Lo, e a virtude [o poder – ARA] da Sua ressurreição, e a comunicação de Suas aflições [Seus sofrimentos – ARA] (Filipenses 3:10). Juliano está com Jesus agora, e seu corpo, que agora está no túmulo, será ressuscitado e renovado, e ele passará a eternidade com Jesus para sempre. E você? E se sim, você compartilha o coração de Juliano e sua coragem de levar o pão da vida àqueles que precisam?

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