Origem: Livro: Obediência e Submissão – Princípios de Cura
A Autoridade do Pai
A autoridade do pai é complementar à do marido e, combinadas entre si, investe um homem de autoridade como cabeça de uma casa. Sua existência é assumida e seu exercício é claramente retratado desde os primeiros capítulos de Gênesis até o momento da entrega da lei (Êx 20). Então, os filhos foram formalmente ordenados a honrar o pai e a mãe (ela sendo vista como uma com o pai no cuidado conjunto dos filhos). Isso por si só implica submissão, que é ordenada aos filhos de pais Cristãos (e também a outras crianças que leem ou ouvem a Palavra de Deus). “Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isto é agradável ao Senhor” (Cl 3:20).
Será que há algum pai será ousado o suficiente para afirmar que nunca abusou de sua autoridade como pai? Tenho certeza que não. Será que o Espírito de Deus não previu que os pais Cristãos muitas vezes falhariam em seu exercício de autoridade, quando Ele fez com que essas palavras de advertência fossem escritas: “Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não percam o ânimo”? (Cl 3:21). Quando cessa a autoridade dada por Deus a um pai sobre seus filhos? Quando ele falha no exercício dela? Não, apenas quando os filhos deixam pai e mãe para assumir novos relacionamentos reconhecidos por Deus na natureza. Qual é o remédio divino prescrito pelo Senhor para os filhos quando abusamos de nossa autoridade? SUJEIÇÃO! “tivemos nossos pais segundo a carne, para nos corrigirem, e nós os reverenciamos… na verdade… nos corrigiam como bem lhes parecia” (Hb 12:9-10). A insubmissão é uma característica moral dos “últimos dias”, como está escrito, “desobedientes a pais e mães” (2 Tm 3:2).
