Origem: Livro: OS DIAS INICIAIS DO MOVIMENTO DOS ASSIM CHAMADOS “IRMÃOS”

Carta do Sr. Bellett ao Sr. J. Macallister

Quando me vêm à mente alguns dos primeiros fatos relacionados à história dos assim chamados “irmãos”, como vou chamá-los para distinção, fico impressionado com a sensação de ter havido naquela época um ensino muito independente e original do Espírito de Deus. Não duvido que, por mais que eles possam ter-se ajudado depois, ou crescido juntos no entendimento e no gozo de muitas verdades comuns, as primeiras impressões emergiram na mente de muitos sem que as conferissem um com outro ou recebessem sugestão, o que, no entanto, os levou prontamente andar juntos, após se darem conta do pensamento comum. Acredito que os primeiros tempos de nossa história, tanto na Inglaterra quanto na Irlanda, podem mostrar isso[1]. Posso falhar na precisão da lembrança e, é claro, posso errar quando não estive tão pessoalmente envolvido, mas continuarei apenas como minha memória me sugere, refletindo, é claro, enquanto prossigo, orando ao Senhor para me guiar com toda simplicidade e verdade.
[1] Em algum momento entre 1812 e 1820, correspondência neste sentido foi mantida entre um grupo de Cristãos em Nova York e outros Cristãos na Grã-Bretanha. Eles deploravam o formalismo e a mistura do mundo com os verdadeiros Cristãos em suas congregações, e perguntas e sugestões eram feitas no sentido de se unirem para a edificação em simplicidade, muito parecida com a mencionada nessas narrativas. É uma evidência adicional de como o Espírito Santo estava movendo o coração dos santos para o mesmo fim.

Foi no ano de 1827 que o falecido Arcebispo de Dublin, num encargo entregue ao clero de sua diocese, recomendou que uma petição fosse endereçada ao legislativo buscando maior proteção para eles no cumprimento de seus deveres ministeriais, como professores da religião naquelas regiões. John Darby era então um clérigo auxiliar no condado de Wicklow, e muitas vezes eu o visitava em seu distrito pastoral nas montanhas. Este encargo de sua diocese o impressionou muito; ele não conseguia entender o Cristianismo comum de tal princípio, que supunha que os ministros de Cristo, na função de seus serviços como testemunhas contra o mundo por causa de um Jesus rejeitado, deveriam, ao enfrentar a resistência do inimigo, voltar-se e buscar a segurança do mundo. Isso o desagradou muito. Ele imprimiu suas objeções a tal princípio em um bem extenso panfleto e, sem publicá-lo ou colocá-lo à venda, enviou cópias a todo o clero da diocese. Tudo isso teve uma influência muito decisiva em sua mente, pois me lembro dele como um clérigo muito correto (se posso falar assim), mas ficou evidente que sua mente havia sofrido um abalo e nunca mais foi como antes. No entanto, ele continuou como clérigo auxiliar na sua montanha, às vezes, como clérigo visitando diferentes partes do país, fosse para pregar sermões ou para falar em alguma reunião das sociedades religiosas.

No início de 1828, tive a oportunidade de ir a Londres, e lá encontrei em particular e ouvi em público aqueles que estavam calorosos e vivos na verdade profética, tendo a mente recentemente iluminada por ela. Na minha carta para J. N. Darby, naquela época, eu lhe disse que tinha ouvido coisas que eu e ele nunca havíamos conversado, e depois quando voltei a Dublin, eu lhe disse quais eram elas. Repleto desse assunto como eu estava, encontrei-o bastante preparado também, e sua mente e alma viajaram rapidamente na direção que assim lhe foi dada.

Continuei, no entanto, em Dublin, e ele estava geralmente mais no condado de Wicklow, mas ele me apresentou ao querido H. Hutchinson, cuja memória é muito querida e muito honrada por mim. Ele e eu descobrimos que tínhamos muito em comum. Insatisfeito como eu estava, ocasionalmente íamos juntos às capelas dissidentes, mas não tínhamos muita simpatia pelo tom predominante; os sermões que ouvíamos tinham em geral, talvez, menos da simplicidade de Cristo, do que o que poderia ser ouvido nos púlpitos da Igreja Estabelecida, e as coisas de Deus eram tratadas mais para o intelecto do que, como julgamos, atendendo aos anseios adequados da mente renovada e espiritual. Acredito que posso dizer isso tanto por ele como por mim, então continuamos, mesmo que de forma tênue, ligados à Igreja Estabelecida.

Pouco tempo antes disso, o Sr. Groves, um dentista em Devonshire, havia se oferecido à C. M. S. (Sociedade Missionária da Igreja) e, a fim de se preparar para o serviço, entrou em nossa faculdade (Dublin). Eu o conheci logo depois, e ocasionalmente ele ficava conosco, vindo para fazer suas provas trimestrais. De uma maneira perfeitamente independente de tudo o que estava pesando na mente dos outros, ele havia aprendido a ver que a educação universitária para a obra do ministério não era essencial, e que estava desperdiçando tempo em Dublin comparecendo às suas provas. Com o surgir desses pensamentos, toda a questão se levantou em sua mente, de modo que ele não apenas abandonou sua ligação com a faculdade, mas também considerou, como nunca antes, toda a questão da Igreja Estabelecida e as reivindicações das corporações dissidentes. No final de 1828, ele visitou Dublin. Embora tivesse abandonado a faculdade, ele pregou na Poolbeg Street a pedido do querido Sr. Egan, que na época estava ligado ao pequeno grupo ali encontrado, do qual o Sr. R. Pope, bem conhecido na Irlanda naquela época, fazia parte. Conversando um dia com ele enquanto caminhávamos pela Lower Pembroke Street, ele me disse: “Não tenho dúvidas de que esta é a mente do Senhor a nosso respeito: devemos nos unir com toda simplicidade como discípulos, não esperando por nenhum púlpito ou ministro, mas confiando que o Senhor nos edificaria juntos, ministrando como Lhe agradasse e visse como bom, no meio de nós”.

No momento em que ele disse essas palavras, tive certeza de que minha alma havia alcançado a ideia correta. Lembro-me desse momento como se fosse ontem e poderia apontar exatamente o lugar. Foi o aniversário da minha mente, se assim posso falar, querido James, quanto aos “irmãos”?

Edward Cronin era, por profissão, um Independente e um membro da York Street, mas sua mente, ao mesmo tempo estava sob a mesma influência, que, posso dizer, era a de todos nós. Em uma sala privada, celebramos a ceia do Senhor acho que com três outras pessoas, enquanto eu ainda frequentava a Capela Sandford, e J. Darby ainda estava no Condado de Wicklow, como clérigo.

No verão de 1829, nossa família estava em Kingstown, e o querido H. Hutchinson em Bray; nos encontrávamos ocasionalmente e conversávamos das coisas do Senhor, mas não sei para onde ele ia no domingo naquela época. Eu frequentava a Igreja Escocesa em Kingstown, onde todos os que entendíamos ser nascidos de novo, eram bem-vindos. Mas, ao retornar a Dublin em novembro daquele ano, H. Hutchinson estava totalmente preparado para a comunhão em nome do Senhor, com todos, quem quer que fossem, que O amassem com sinceridade e propôs ter uma sala na Fitzwilliam Sq. (em sua casa) para esse propósito. Assim fizemos, considerando, no entanto, que se alguém estivesse disposto a participar dos serviços nas igrejas paroquiais e nas capelas dissidentes, não fosse impedido. E ele também prescreveu uma certa sequência de coisas, como quanto à oração, hinos e ensino que deveriam ser encontrados entre nós a cada dia. E. Cronin estava totalmente preparado para isso; eu me juntei, mas não com a mesma liberdade e decisão de espírito, e vários outros também estavam prontos, e foi justamente nesse momento que conhecemos o Sr. Stokes. Assim continuamos desde novembro de 1829.

Algum tempo antes disso, eu havia conhecido J. Parnel (agora Lord Congleton), e naquele mês de novembro de 1829, e durante a primavera de 1830, ele esteve ocasionalmente em Dublin, e frequentemente entre nós. Ele se tornou muito próximo de E. Cronin, e em maio, com o propósito de que a mesa do Senhor se tornasse um pouco mais como uma testemunha em nosso meio, alugou uma grande sala na Angier Street, pertencente a um marceneiro, para onde a reunião foi transferida durante aquele mês. Isso me incomodou ainda mais; a publicidade era demais para mim; eu instintivamente recuei. H. Hutchinson, pelo que me lembro, também preferia ter continuado na casa particular, de modo que acredito não ter me juntado a eles por dois ou três domingos, e não tenho certeza de que ele o fez, mas os outros foram para lá imediatamente: J. Parnel, W. Stokes, E. Cronin e algumas irmãs, e logo vários foram acrescentados.

No verão de 1830 foi formado o grupo missionário para Bagdá. O Sr. Groves estivera lá alguns meses antes, e E. Cronin e sua irmã e J. Parnel, com mais um ou dois, desejavam juntar-se a ele. Em setembro, eles partiram, navegando para a França, com o propósito de chegar a Bagdá através do deserto da Síria. J. Hamilton, que alguns de nós conhecíamos há dois ou três anos, também era do grupo. Ele, como muitos outros, havia ficado insatisfeito com a ordem das coisas existente nas igrejas, e estava muito de acordo com todos nós; e desistindo de outra ocupação, estava pronto para se juntar ao grupo da missão ao Oriente; e eu acho que ele foi outra testemunha da energia independente do Espírito de Deus que estava presente, como eu disse, naquela época.

Eles partiram e continuamos em nossa sala na Angier Street. Tínhamos material pobre, querido James, e tivemos um ou dois casos solenes e terríveis de abandono; havia pouca energia espiritual, e muito do que era um tesouro pobre para um templo vivo. Mas nos mantivemos juntos, na misericórdia e cuidado do Senhor, eu creio, avançando no conhecimento de Sua mente.

A ordem estabelecida de culto que tínhamos em Fitzwilliam Square gradualmente perdeu força, com ensino e a exortação inicialmente sendo considerados deveres e serviços comuns, enquanto a oração era restrita a dois ou três que eram considerados anciãos, mas gradualmente tudo isso cedeu e, em pouco tempo, nenhum presbítero designado ou reconhecido era entendido como presente entre nós e todo serviço era de caráter livre, sendo a presença de Deus, por meio do Espírito, mais simplesmente crida e usada.

No ano de 1834 muitos foram acrescentados, e naquele ano, J. N. Darby, estando em Dublin, questionou se deveria vir e nos ajudar em Angier Street, conforme Deus lhe desse graça, ou pregar como havia sido convidado pelo asilo em Lessor Street; ele estava praticamente separado da Igreja da Inglaterra. Ele visitou vários lugares tanto naquele ano como no próximo, e entre eles Oxford, Plymouth, Cork e Limerick, ministrando a verdade que Deus lhe dera de Sua Palavra, onde quer que pudesse; e não tenho dúvidas, pelo que me lembro, que ele encontrou em todos esses lugares outras evidências da obra independente do Espírito de Deus no coração e consciência dos santos de quem falei. Em Limerick e Cork, ocasionalmente pregando nos púlpitos da Igreja Estabelecida, ele também se encontrou com Cristãos em casas particulares, e seu ministério foi grandemente abençoado; luz e refrigério visitaram muitas almas, e isso, numa ordem à qual antes eram estranhos. Indo a convite de Oxford para Plymouth, ele encontrou o mesmo lá, de modo que naqueles lugares distantes, que talvez nunca antes tivessem tido em comum uma influência semelhante, essa graça foi ampliada; e felizes e pequenos grupos promissores de santos, que buscavam alívio de seu cansaço, juntaram-se nesses lugares.

Quase na mesma época, a querida Lady Powerscourt tinha começado algumas reuniões proféticas; sua mente também tinha tomado a mesma direção a qual estava entre todos nós. Alguns de nós fomos convidados por ela, e alguns da Inglaterra, e essas ocasiões nos ajudaram muito. Foi então que conheci George Wigram, Percy Hall e outros. As reuniões eram verdadeiramente preciosas para a alma, e noite após noite eu voltava ao meu quarto na Powerscourt House com um profundo senso do quão pequeno eu era em Cristo, na presença de tanta graça e devoção ao julgar o que tinha visto ao meu redor durante o dia. Assim foi naqueles dias, querido James, e em Angier Street prosseguíamos o nosso caminho, sendo muitos admitidos entre nós, e alguns que estão até neste momento em Brunswick Street entre os muitos que devem ser amados e queridos lá.

De vez em quando, ouvíamos notícias do grupo que foi a Bagdá, e ocasionalmente éramos visitados por irmãos de Cork, Limerick e outros lugares, onde a mesma influência já era conhecida. Mas posso mencionar o querido e honrado J. Mahon como outro exemplo da obra independente do Espírito de Deus de que falei. Lembro-me de E. Cronin o visitando em Ennis, acredito, em 1828, e em seu retorno haver me contado sobre ele; e tenho motivos para acreditar que, mesmo antes de termos qualquer mesa de comunhão na casa de H. Hutchinson, já havia a ceia do Senhor em algum lugar da cidade de Ennis, por meio de alguém de sua família, se não por ele mesmo. Isso era totalmente independente de quaisquer ações entre nós, e então eu poderia dizer que foi na Inglaterra, como prova para você.

Tendo a oportunidade de visitar Somerset em 1831 ou 1832, e estando na casa de Sir E. Denny, ele me pediu para lhe dar uma ideia dos princípios dos “irmãos”. Estávamos sentados ao redor do fogo, e a filha de um clérigo estava presente. Quando expus nossos pensamentos, ela disse que esses eram seus pensamentos nos últimos doze meses e que não fazia ideia de que alguém os tivesse além dela mesma. Assim também sendo, pouco depois, um querido irmão, que já partiu para junto do Senhor, me disse que ele, sua esposa e a mãe de sua esposa, estavam se reunindo na simplicidade, da mesma forma que os “irmãos”, já há algum tempo antes de ouvirem falar de tais pessoas. Seu irmão e a senhora que mencionei na casa de Sir E. Denny, assim que a ocasião permitiu, estavam em plena comunhão conosco, e ela continua até este dia no Condado de Down.

Gosto de registrar essas circunstâncias, pois elas ajudam a nos assegurar que a mão do Senhor estava trabalhando de forma independente, planejando o reviver de outro testemunho no meio de Seus santos. Sinto que tenho grandes evidências à disposição, sobre a existência dessa energia independente de Seu Espírito.

Entre outros exemplos disso, mais perto de casa, menciono que o querido Groves revisitou a Irlanda após uma ausência de dois ou três anos, e lembro-me bem de ele nos contar sobre um movimento muito importante na parte sul da Península Indiana que indicava uma mente bastante em harmonia com o que vinha nos conduzindo em nossa posição na Inglaterra e na Irlanda.

Os irmãos ingleses, ano após ano, visitavam a Irlanda, não apenas Dublin, mas também os lugares do interior. J. Harris, antes um clérigo perto de Plymouth, estava entre eles. G. Wigram por um longo tempo esteve em Cork, e todo o tempo J. Darby esteve nos dois países alternadamente, ocasionalmente conosco em Dublin, mas mais geralmente em Plymouth ou Cork, e as reuniões se multiplicando na Inglaterra para um número muito grande, tornou-se conhecido pelo nome de “Irmãos de Plymouth”, e neste país eram chamados de Darbyitas.

Não sei se preciso seguir a história além disso, querido James, já que sua pergunta foi mais sobre o princípio. Eu não podia duvidar de que um novo propósito de Deus e uma nova obra do Espírito foram manifestados no movimento chamado dos “irmãos”; tais coisas têm ocorrido de tempos em tempos e sob diferentes caracteres, embora com um espírito semelhante, durante a dispensação. A própria dispensação quase sugere tal coisa, ou a torna necessária; este não é o sistema ordenado de coisas ligado à Terra, ou à carne e o sangue, como foi anteriormente em Israel. O chamado da Igreja é para estar separada do mundo, servir na luz e força do Espírito Santo e manter, em viva graça espiritual, um testemunho de um Jesus celestial e rejeitado. Tudo o que está presente dentre nós e ao nosso redor é contrário a tal chamado; tal dispensação pode ser sustentada e mantida pela graça direta do Espírito ministrada a vasos eleitos, enchendo-os com o frescor e apreensão da verdade. Nenhum serviço ordenado ou curso de ordenanças carnais pode responder a esse fim; nenhum ofício transmitido ou temporário pode preencher e cumprir seus deveres; nenhuma autoridade desse tipo é reconhecida por ela. No homem, há sempre uma tendência à mera inclinação da natureza e para o curso do mundo; e, para sustentar algo espiritual e vivo como a Igreja, a maneira natural, sim, a maneira necessária, salvo que Deus é soberano, é por meio de uma nova manifestação de luz e poder para revivê-la repetidamente, para que ainda haja um testemunho do poder de Deus e dos caminhos e serviços de uma casa viva, para que o carvão não se apague. Tais reavivamentos podem cada um deles ter sua peculiaridade, ao mesmo tempo em que participam do mesmo Espírito, ou do testemunho comum de que o mesmo Espírito Santo está operando.

A Reforma é sempre reconhecida por ter sido marcada por um testemunho claro e fervoroso de justificação pela fé, a real verdade então necessária para a libertação de almas há muito mantidas em cativeiro. Outras energias e reavivamentos tiveram seu caráter da mesma maneira; e, quer eles tenham ou não se tornado assuntos da história, a fé os conhecia, e as almas dos eleitos foram edificadas e agradecidas. Não tenho dúvidas de que a obra de Deus com os “irmãos” e por meio deles, também teve seu propósito especial. Parece, com certeza, apresentar a separação da Igreja do mundo, e um testemunho distinto da vocação celestial e da dignidade peculiar, como também afirmar a preciosa verdade de que nada mais é digno da casa de Deus, embora a casa esteja em ruínas, como certamente isto era conhecido e percebido em um sentido dispensacional.

E mais, os “irmãos” ajudaram no testemunho que estava ressurgindo sobre a vinda e o reino do Senhor, com algumas apreensões celestiais relacionadas a esse grande mistério, que era consistente com sua posição separada e celestial, e apenas com ela. Pois há verdades proféticas que devem ser sempre sentidas como mais ou menos em desacordo com qualquer sistema eclesiástico que se ligue ao mundo.

Assim, com simplicidade, conforme minha mente me guiou, fiz como você pediu, querido James. Não falarei sobre o resultado deste chamado dos “irmãos”. Seria doloroso, e é desnecessário. Cada coração entre nós conhece muitas e muitas causas secretas de humilhação, que a presente condição conturbada em que nos encontramos fala por si mesma. “Quando Ele dá quietude, quem então pode causar problemas?” (Jó 34:29 – KJV) Que tal experiência seja mais profunda e ricamente sentida como nossa.

Acredite em mim, querido James,

Sempre seu irmão carinhoso,

J. G. Bellett

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