Origem: Livro: Esboço Sobre os Profetas Menores

Deus é justificado no juízo da Assíria

Capítulo 3 – Neste capítulo final, Naum se volta dos fatos do juízo da cidade, para as suas razões, e ao fazer isso, ele justifica a Deus neste juízo bem-merecido do império assírio.

Em primeiro lugar, o juízo de Deus é pronunciado em Nínive por causa de sua violência civil e derramamento de sangue, suas mentiras e engano, e seus muitos roubos (v. 1). Portanto, os exércitos inimigos (os babilônios e os medos) seriam levantados por Deus para destruir a cidade (vs. 2-3).

Em segundo lugar, a cidade seria julgada por causa de seu envolvimento nas “prostituições” (KJV) espirituais por prática ocultista – suas “feitiçarias” (vs. 4-7). Os exércitos atacantes exporiam a corrupção espiritual da cidade e a deixariam jazer em uma vergonha descoberta para todos verem.

Em terceiro lugar, os ninivitas se recusaram dar atenção ao aviso de Deus no exemplo do que aconteceu com “Nó-Amon” (v. 8). Esta era uma cidade no Alto Egito (que os egípcios chamavam de “Tebas”) situada às margens do rio Nilo, cerca de 650 quilômetros ao sul do Cairo. O que é significativo sobre a queda desta cidade é que era considerada por todos como invencível. Ela possuía um sistema de fossos e canais ao seu redor que a tornava quase impossível de ser derrubada. Além disso, tinha aliados tremendos ​​na “Etiópia” e “Pute e Líbia” que viriam em sua ajuda se a cidade fosse atacada (v. 9). Mesmo assim, com toda a sua rede magistral de defesas, Deus ordenou que fosse derrubada e, portanto, ela caiu. Os ninivitas deveriam ter aprendido com esse juízo que se Deus pronunciasse Seu juízo sobre uma cidade ou império, Sua Palavra permaneceria. Mas, estando cheios de incredulidade e confiança em sua própria engenhosidade militar, eles tolamente ignoraram o fato de que o juízo de Deus havia chegado a Nó-Amon. Naum diz: “Todavia ela (Nó-Amon) foi levada, foi para o cativeiro” (v. 10).

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