Origem: Livro: Associação com o Mal Contamina?
Fluxo Contínuo
Até agora nos detivemos principalmente nos detalhes do cuidado do Deus de Israel quanto à lepra, que corresponde às formas mais graves do mal que podem se manifestar entre o povo do Senhor, e no tratamento de tais casos. Agora vamos nos voltar para Levítico 15 e observe o “fluxo” que vaza e a “associação com o mal como contaminação” estão aí ainda mais desenvolvidas. Em ambos os casos, “todo leproso” e “todo o que padece fluxo” eram colocados fora do arraial (Números 5:1-3). O fluxo que saía da carne representa o mal operando em um crente, mas de natureza menos séria que a lepra. No entanto, mesmo para isso, a pessoa deveria ser colocada fora do acampamento. Levítico 15:1-3 ensinam que o homem era imundo. Levítico 15:4-14 mostram que qualquer contato com ele também causava contaminação; “E qualquer que tocar a sua cama… será imundo… E aquele que se assentar sobre aquilo em que se assentou o que tem o fluxo… será imundo… E aquele que tocar a carne do que tem o fluxo… será imundo… Quando também o que tem o fluxo cuspir sobre um limpo… será imundo… Também toda sela em que cavalgar o que tem o fluxo será imunda. E qualquer que tocar em alguma coisa que estiver debaixo dele… será imundo… Também todo aquele em quem tocar o que tem o fluxo… será imundo… E o vaso de barro em que tocar o que tem o fluxo será quebrado; porém todo vaso de madeira será lavado com água”.
Quão minuciosas são as instruções dadas neste capítulo, mas quão semelhantes a Deus, quando conhecemos as lições que o Senhor procura nos ensinar:
- O homem estava imundo.
- Tudo o que ele tocou era imundo.
- Toda pessoa que tocasse naquilo que o homem imundo tocava era imunda.
Com isso aprendemos que a contaminação continua até haja submissão à Palavra de Deus e a pessoa imunda se lave com água. E ainda assim, com todas essas figuras e a clara Escritura em 1 Coríntios 5 “um pouco de fermento faz levedar toda a massa” e 2 João: “tem parte nas suas más obras”, muitos nos dizem que “associação com o mal não necessariamente contamina”.
