Origem: Livro: Abrindo o Livro em Nazaré e no Céu

O trono e o arco-íris

Temos o Homem Cristo Jesus ensinando na sinagoga de Nazaré, sem qualquer glória exterior, sem os sinais de dignidade, pompa e excelência tais quais o mundo reconheceria. Mas, quando chegamos às visões apocalípticas, tudo se mostra totalmente diferente. O apóstolo João é levado para longe do mundo. Uma porta se abre, e ele é chamado ao céu, e o que vê é de natureza celestial. Ele vê Alguém assentado no trono, e o trono não é o trono da graça, pois há relâmpagos, trovões e vozes que tendem a manter os homens a uma distância apropriada. Tal caráter não convida à aproximação. Quando o Senhor falou em Nazaré, todos se maravilharam com as palavras graciosas que saíam de Seus lábios; eram gentis e bondosas, atraentes e despertavam o amor do coração dos homens por Aquele que falava. Mas no céu, como no Sinai, há trovões, relâmpagos e fenômenos terríveis, e Aquele que está no trono é glorioso de Se contemplar, como uma pedra de jaspe e uma sardônica.

João viu o trono do julgamento, mas mesmo ali viu o símbolo da promessa de Deus ao Seu povo da antiguidade – o arco-íris. Deus não se esqueceu da Sua antiga promessa, e embora em breve devamos ler sobre julgamentos devastadores na Terra, Deus demora a executá-los por completo. Eles são parciais a princípio, pois o arco-íris está lá – um símbolo da misericórdia eterna de Deus (Gênesis 9:16).

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